quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Kuala Lumpur, Malásia

Chegámos a Kuala Lumpur vindos de Siem Reap, Camboja. 
Tinha muitas expetativas relativamente à cidade e não desiludiu. Aliás, fiquei frustrada por termos reservado apenas dois dias para Kuala Lumpur, três dias seria o tempo ideal.  
Kuala Lumpur é uma cidade moderna, dominada pelas Torres Petronas, dois arranha-céus revestidos de vidro e aço com 452 metros, localizadas no centro da cidade. Assim que as vi, fiquei hipnotizada, é impossível ficar indiferente a esta imponente obra. As Petronas Twin Towers são a principal atração de Kuala Lumpur, símbolo do forte desenvolvimento económico da Malásia. 
Mas Kuala Lumpur tem muito mais para conhecer para além das Torres Petronas. Contudo, uma vez que ficamos apenas dois dias conhecemos:


1. Batu Caves - uma das principais atrações de Kuala Lumpur. Batu Caves são cavernas onde existem templos hindus. À entrada do local existe uma grande estátua e para aceder às cavernas é necessário subir um longo, mas longo lance de escadas, cerca de 272 degraus, na companhia de macacos.


2. Torres Petronas - são as maiores torres gémeas do mundo e para quem tem pouco tempo é uma atração a não perder.


3. Menara KL - também conhecida para KL Tower, tem um andar panorâmico para observar a cidade.


4. China Town - uma das zonas mais movimentadas da cidade e o local para te abasteceres de recordações.


5. Mesquita do Sultão Abdul Samad Jamek - é outro local a não perder. O vestuário deverá ser mais conservador tanto para homem como para mulher.


- O voo entre Siem Reap, Camboja e Kuala Lumpur foi pela Air Asia.
- O alojamento em Kuala Lumpur foi no Hotel Istana Kuala Lumpur City Centre, com vista para as Torres Gémas a um preço bastante simpático.
- As deslocações pela cidade foi com a Grab, o táxi é muito dispendioso.
- A moeda da Malásia é o Ringgit Malaio.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Camboja

Pequeno-almoço típico Camboja

Angkor Heart Bungalow

Angkor Heart Bungalow

Templo Ta Prohm

Templo Ta Prohm 

Templo Ta Prohm



 Templo Angkor Wat

 Templo Bayon

Ainda pouco conhecido dos viajantes, Camboja fascina com a sua cultura, templos magníficos e praias paradisíacas.
Camboja é um país da Ásia que ainda se encontra em reconstrução após uma guerra civil que vitimou quase um terço da população.
Optamos por ir a Siem Reap, Camboja, por diversas razões: templos grandiosos, país pouco explorado pelos viajantes, povo simpático e humilde...
Vivemos numa altura em que o turismo se encontra massificado. Contudo, Camboja permanece pouco explorado comparativamente com os países vizinhos, Tailândia e Vietname.
O desconhecimento e a procura por países menos explorados traz vantagens, nomeadamente, preços baixos. É o caso de Camboja. Comida, alojamento e transporte baratos. Porém, o que não foi barato foi o visto de entrada no país... dois adultos e uma criança foi o equivalente a 105 euros. Ah... e a visita aos templos... 2 adultos, 74 dólares (um dia).
O alojamento, em Siem Reap, foi no Hotel Angkor Heart Bungalow e foi extraordinário. Funcionários atenciosos e super simpáticos, sempre atentos às necessidades dos hóspedes. Aconselho vivamente!
Tenho, também, de referir o lado menos positivo da viagem. A visita, ou pseudo visita, à aldeia flutuante. Para além de nos terem cobrado 40 dólares apenas nos levaram pelo rio. Para entrar na aldeia flutuante teríamos de pagar mais. Algo que não nos tinham avisado inicialmente e, por esse motivo, recusámos. A partir do momento em que optamos por não pagar o preço extra o comportamento do nosso guia mudou. De simpático passou a arrogante. Depois tentou negociar connosco a quantia mas, perante a nossa recusa, deu meia volta ao barco e trouxe-nos de volta!
Já tínhamos lido comentários depreciativos relativamente à visita à aldeia flutuante. Contudo, julgámos ser um caso isolado e como tínhamos templo livre, decidimos ir.  
Mas este infeliz episódio não alterou a nossa opinião do país, adorámos!   
Partilhem as vossa experiências.
Boas viagens!


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Suíça e França

Lausanne

Neuchâtel

Berna

Gruyéres

Montreux

Chamonix-Mont-Blanc (França)

Annecy (França)

Genebra

A Suíça é um país que parece ter saído de um conto de fadas. Estepes verdejantes, lagos, alpes... um cenário incrível!
Partimos no primeiro voo da Easyjet com destino a Genebra e assim que chegamos ao aeroporto fomos buscar o carro alugado e partimos com destino a Lausanne, cidade plantada à beira do Lago Léman. 
De Lausanne seguimos para Neuchâtel, cidade também plantada à beira do lago homónimo. 
Neuchâtel é uma cidade medieval, conhecida pelos seus fabricantes de relógios e pela variedade típica de fondue.
Para economizar, pois tudo na Suíça é muito caro, o alojamento, na primeira noite, foi no hotel Espace Morteau, França. E em França também aproveitamos para comprar comida. 
No dia seguinte seguimos, novamente, viagem até à capital da Suíça, Berna. Não é uma cidade grande, pelo que as principais atrações vêm-se rapidamente. Contudo, como nós não tínhamos muito interesse em ficar muito tempo pela capital seguimos para Friburgo, depois Gruyéres e terminamos o dia em Montreux.
Gruyéres além de produzir um dos queijos mais famosos do mundo tem uma vila pitoresca situada no topo de uma colina que providencia uma vista muito bonita dos alpes. A Fábrica de Chocolate Maison Cailler também fica em Gruyéres.
O alojamento foi, uma vez mais, em França no hotel La Croix Blanche em Chamoniz com uma vista espetacular. Chamonix é uma das principais estâncias turísticas de inverno da Europa. Assim, de manhã fomos conhecer a vila de Chamonix, depois seguimos viagem para Annecy e terminamos o dia em Genebra de onde regressamos no último voo do dia da Easyjet.  

Boas viagens!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Dublin | Irlanda



Olá, viajantes
Em outubro do ano passado as três andorinhas voaram até Dublin para uma visita de três dias.
Na minha opinião, foi o tempo ideal.
O que vale a pena visitar em Dublin para quem vem por dois ou três dias:
Um passeio nas margens do Rio Liffey e contemplar a arquitetura envolvente.
Ir ao Temple Bar, beber uma Guinness e ouvir música irlandesa ao vivo.
Visitar o Parque St. Stephen’s Green, o Castelo de Dublin, a St. Patrick´s Cathedral, Chester Beatty Library...
Uma visita à Guinness Store House (aconselho a comprarem os bilhetes online e, assim, evitarem as filas de espera). O bilhete inclui uma cerveja Guinness de cortesia.
A Fábrica da Guinness está localizada num edifício antigo, com vários andares. Dentro do edifício começa a viagem pelo processo de produção de uma cerveja Guinness, também conhecida por "substância preta" e termina com uma vista panorâmica de 360º da cidade. 
As exibições na fábrica despertam os sentidos e foi a experiência mais espetacular em Dublin. Preparem-se para um dia bem divertido proporcionado pela Guinness.
A título de curiosidade a Guinness Store House é a atração n.º 1 da Irlanda. 


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Punta Cana, República Dominicana


Este ano as férias a Punta Cana, República Dominicana, foram organizadas pela mãe andorinha. Por isso, com um ano de antecedência, comecei a planear a viagem e a pedir preços para 3 andorinhas em regime de tudo incluído.
Mas o que à primeira vista parecia ser fácil, tornou-se complexo! Não conseguia escolher o resort… Ora porque ouvia comentários negativos sobre um, ora sobre outro… ora porque era demasiado caro… ora porque ficava demasiado longe da praia… ora porque o mar tinha muitas algas… ora isto, ora aquilo! Depois de muita introspeção optei pelo Grand Bahia Príncipe Punta Cana.
Escolhido o hotel, restava apenas aguardar pelas férias! 
Chegou o dia 22 de junho, primeiro dia de férias! As três andorinhas compareceram no aeroporto de Lisboa com três horas de antecedência, como sugerido pela agência de viagens; fizeram o check-in e seguiram para o avião, Orbest, com destino a Punta Cana.
Estava tudo preparado para o avião descolar às 16:05 mas, quando seguia para a pista, o avião teve de regressar ao aeroporto devido a um problema técnico. Conclusão, 2 horas de atraso.
Resolvido o problema, lá foram as andorinhas!
Sensivelmente oito horas depois estávamos a fazer o check-in no Grand Bahia Príncipe Punta Cana… e, como tivemos a sorte de chegar antes das 22 horas, tivemos tempo para jantar.
Em relação ao quarto, é bastante espaçoso, um pouco antiquado para o meu gosto, mas estávamos próximos da praia e da piscina, o que é espetacular!
Destaco como pontos positivos o facto de o resort estar muito cuidado, limpo e organizado; os funcionários do hotel são muito prestáveis e simpáticos; há sempre muita diversão e muitas piscinas no gigante complexo hoteleiro; pouco tempo de espera para os carrinhos que transportam os hóspedes pelo hotel e comida 24 horas por dia.
Os pontos negativos foram as melgas, os restaurantes temáticos e wi-fi gratuito apenas disponível no lobby do hotel! Quanto às melgas fomos literalmente devorados por aqueles insetos, algo que podia ter sido evitado se o hotel tivesse tomado as devidas precauções. Os restaurantes temáticos, nomeadamente, a comida local, mexicana e peixe é muito fraca e sem sabor.
A praia estava cheia de algas, apesar dos esforços constantes dos funcionários em tentar mantê-la limpa! Mas isso é difícil controlar.
No que concerne às atividades fora do complexo hoteleiro, fizemos três excursões, pela Soltour e Capitan Gringo. Na minha opinião os preços praticados pela Soltour são astronomicamente altos comparativamente com os preços praticados pela Capitan Gringo, que descem para metade. As excursões pela Soltour podem ser agendadas no próprio hotel e as excursões pela Capitan Gringo pelo site que é muito viável.
Assim, a primeira excursão das três andorinhas foi fazer snorkeling e visitar as piscinas naturais que ficavam relativamente próximas do resort.
A segunda excursão foi a Samaná. Saímos do Grand Bahia Príncipe Punta Cana de autocarro e, duas horas depois, chegamos a uma praia de onde seguimos de ferry boat (podem contar com mais uma hora de barco). Depois de camião até à Praia Rincón (mais quarenta e cinco minutos), onde andamos a cavalo e onde almoçamos. Depois do almoço, seguimos para Cayo Levantado de barco. Um verdadeiro paraíso! À chegada fomos brindados com uma pina colada divinal! Achei que esta excursão, organizada pela Soltour, teve momentos de falta de organização.
A última excursão foi à famosa Ilha Saona. Deixamos o hotel e seguimos de carrinha, cerca de uma hora e meia, até uma praia e de lancha até à ilha. Na Ilha Saona mergulhamos, almoçamos lagosta, tivemos oportunidade de ouvir um habitante local falar das tartarugas que ali nascem e que estão em vias de extinção (alarmante), desfrutamos das maravilhosas piscinas naturais e ainda dançamos num ferry boat novinho em folha! As três andorinhas divertiram-se e muito e a Capitan Gringo está de parabéns porque a viagem foi muito bem pensada e planeada!

As próximas férias serão organizadas pelo pai andorinha!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Amesterdão, the sin city!




Este ano, a primeira viagem vai ser o regresso a uma das minhas cidades preferidas, Amesterdão. E, claro, já tenho mentalmente programado o que quero rever!
A primeira coisa que me apetece fazer, quando chegar a Amesterdão, é alugar uma bicicleta. Sabias que existem cerca de 600.000 bicicletas em Amesterdão? Com tanta bicicleta pela cidade não é difícil encontrar uma empresa de aluguer de bicicletas! Afinal, Amesterdão é a cidade das bicicletas. Depois, é só pedalar... No entanto, fica o aviso, é preciso circular com cuidado... fala quem ia sendo atropelada por falta de atenção.
Passear de bicicleta pelo parque Vondelpark, o maior e mais popular parque de Amesterdão, é sempre uma experiência agradável na primavera. Há sempre pessoas a fazer exercício físico, a ver teatro ao ar livre, a relaxar...
Um cruzeiro pelos imensos canais que serpenteiam pela cidade é, igualmente, uma experiência obrigatória!
Quanto a museus, confesso que não tenho aquele fascínio ou curiosidade, prefiro andar a circular pelas ruas. No entanto, o Museu Van Gogh, o Rijksmuseum e a Casa de Anne Frank merecem uma visita.
À noite, para além dos Coffee Shops, uma visita à Red Light Distrit. Mas atenção, não tirem fotografias, caso contrário, estarão metidos em grandes sarilhos! Eu sei do que falo...
O alojamento em Amesterdão é caro! No entanto, encontramos um espaço com um preço modesto, bem no centro da cidade, Hotel Restaurant Old Brigde.
Amesterdão é uma cidade muito descontraída e informal. Três ou quatro dias é o ideal! Para quem vai na primavera e com tempo disponível, não devem perder os famosos campos de tulipas.

sábado, 16 de setembro de 2017

Veneza: A cidade flutuante







Veneza é uma cidade italiana situada sobre um grupo de 117 ilhas separadas por canais e ligadas entre si por pontes. Localizada na Lagoa de Veneza, a cidade é conhecida pela sua bela arquitetura e pelos canais que mais parecem serpentes. 
Se planeias visitar Veneza, o passeio de gôndola é o passeio ideal, por ser um passeio tradicional, com duração de cerca de 30 a 45 minutos e com um custo de 80 euros. Porém, existem alternativas mais económicas como o passeio de barco.
A Ponte di Rialto de Venza é um dos pontos turístico de Veneza, por ser a mais velha ponte construída e é um dos símbolos da cidade. Inicialmente, foi construída em madeira para, posteriormente, ser reconstruída em pedra, mantendo a sua arquitetura inicial. 
A Praça de São Marcos é uma praça muito bonita e tem a Basílica de São Marco, o Palazzo Ducale, a Torre do Relógio e a Campinale. 
O Grande Canal tem cerca de 3800 metros de comprimento e a largura varia entre 30 a 90 metros. 
Visitar Veneza é um encanto, os canais têm um trânsito fluvial caótico e as ruas estão sempre cheias de turistas. 
Infelizmente, o passar do tempo tem passado pelos edifícios que já se encontram degradados nas margens do Grande Canal. Contudo, vale e a pena visitar Venezia. 
Boas viagens!

Kuala Lumpur, Malásia

Chegámos a Kuala Lumpur vindos de Siem Reap, Camboja.  Tinha muitas expetativas relativamente à cidade e não desiludiu. Aliás, fiquei fru...